

ATIVIDADES FORMATIVAS


URGIA NA FAROFA
PLATAFORMA URGIA
PIQUETE I ["FUDIDXS"]
15/03 > 18H
PIQUETE II [DAS AÇÕES DAS PALAVRAS]
21/03> 18H
PIQUETE III [UM TEXTO CHEIO DE PITACO]
22/03> 18H
AÇÃO DA PALAVRA | Escrevendo na cova de alguém
19/03> 19H-21H
20/03> 13H-17H
21/03> 13H-17H
22/03> 13H-17H
23/03> 13H-17H
PESSOAS ENVOLVIDAS:
Lane Lopes
João Ricardo
Amilton de Azevedo
Diego Cardoso
Lena Giuliano
Yan Nery
Gabriela Perigo
Paula Furtado
Daniel Passi
Áudio Transcrito
A plataforma Urgia nasce no Rio de Janeiro em 2023, a partir da solidão de pessoas autoras que se interessam por encontrar espaços de debate sobre dramaturgias em processo. Em 2024, a Urgia chega em São Paulo e desde setembro do ano passado, estamos em parceria com a Corpo fazendo piquetes, momentos onde alguma pessoa leva uma dramaturgia em processo, ela é lida, projetada em uma tela, quem lê em voz alta não a leu antes e esse momento de encontro se torna um dispositivo para o debate em torno daquilo que está sendo produzido. Para a Urgia na Farofa queremos propor ações da palavra, serão quatro performances, que se relacionam com essa produção de pensamento em dramaturgia e também três piquetes, a ação que nós já estamos fazendo. Um desses piquetes será a partir de uma tradução feita em processo de uma obra e os outros dois serão de dramaturgias produzidas a partir de performances, dessas ações com a palavra, feitas durante a Farofa do Processo. Acreditamos que assim a gente pode celebrar a palavra e a dramaturgia no teatro.


BOTECO CRÍTICO
PROJETO ARQUIPÉLAGO
17/03 > 19H
20/03 > 19H
Pátio
Pátio
O Boteco Crítico é uma ação crítico-performativa cujo objetivo é instaurar, com o público, artistas e demais pessoas interessadas, um espaço informal de diálogo e debate crítico sobre a experiência de acompanhar a programação de um festival, buscando relacionar as obras, entender movimentos, tendências, recorrências e singularidades do que está sendo apresentado e conversar sobre teatro a partir dos desenhos curatoriais da programação.
A proposta se baseia numa prática comum aos frequentadores do teatro: a experiência das conversas de boteco pós-peça, onde a comunhão, a cerveja e a experiência de estar junto fomentam uma certa atitude filosófica diante daquilo que se levantou no espetáculo. E, ao mesmo tempo, a informalidade do boteco não exige que se chegue a nenhuma conclusão ou proposição em si: o próprio diálogo é o centro. Trata-se do exercício de alinhavar pensamentos, de compartilhar uma percepção e observar intimamente as pessoas colocando suas questões - sem que isso signifique falta de profundidade ou de requinte à conversa.
ACESSE PROJETO ARQUIPÉLAGO